segunda-feira, 24 de maio de 2010


Acho que a pior sensação de quem escreve é a de ter a criatividade reduzida a meras piadinhas. Aquela sensação de que você não produziu nada intelectualmente. Quando fica se sentindo um robô social, agindo automaticamente. Enfim, falta de criatividade é uma merda.
Segundo o sociólogo italiano De Masi. o ócio é critiavo. A maioria dos milionários têm idéias quando não estão fazendo nada (bando de vagabundo), basicamente companheiro, quando você trabalha sua capacidade de ter idéias é reduzida e você se torna um robô social e aquele eventual investimento milionário (pode acontecer, você sabe.) fica só em seus sonhos. Tive muito o que fazer. Fiquei sem idéias, sem textos. Um robõ social.
Assisti a uma palestra cristã esses dias e o sacerdote; inglês, magrelo, grisalho e com dentes tortos, falava da razão porque as igrejas não devem ter sacerdotisas. Temente a Deus que sou não me meterei nas questões criacionistas mensionadas.
Mas, Ele comentou algo que me chamou atenção. Segundo a teoria criacionista, Deus criou Adão, ensinou-o as coisas do Paraíso, da árvore da vida e da árvore do conhecimento do bem e do mal e depois disso criou Eva, pra ser a ajudadora do bichinho (submissão ;x...).
Partindo de princípios psicológicos (e-mails revoltados virão...), dos mais básicos até, as sinapses nervosas dos cérebros masculino e feminino são diferentes. E, inclusive, se completam quando combinadas corretamente. Por isso vemos casais que se entendem perfeitamente (aqueles casais juntos a trocentos anos que se completam e se unem e aquele blábláblá todo). Estes combinam suas maneiras de pensar. O homem pensa de maneira mais prática, toma decisões a curto prazo. As mulheres são mais analíticas e costumam esperar mais para toimar decisões e analisar a situação como um todo antes que os homens atentem para isso.
Daí se tira a falta de cabimento para o homossexualismo (mesmo se ambos possuíssem cérebros femininos, não é certo) e do pragmatismo que se desenvolve em volta dessa questão; do fato das meninas amadurecerem primeiro, de sempre quererem nos dizer o que fazer, da crise atômica no Irã e da fome fora de hora.

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