quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"Muita areia pra meu caminhão..."

E aí galera, tranquilo?
Então, faz uns dias ouvi tal frase de um conhecido ao se referir à sua musa... Não preciso dizer que passei horas tentando encorajá-lo que a pior coisa que ele podia ouvir seria um "saicu" "Não" e que ele não tinha nada a perder só a dignidade. Brincadeiras à parte, acabou ele dizendo que a preferia como amiga e que não queria estragar tal proximidade e se afastar de vez. eu quase mudava meu discurso e enchia ele de porrada pra falar a respeito dos objetivos de vida, que ele podia se frustrar pra o resto da vida e que se o pior acontecesse, com certeza ele encontraria outra pessoa, destino não existe. Mas, tive que ir embora e aquela desculpinha romântica tinha me deixado puto dado essa idéia pra escrever pra vocês. Deixei ele lá, cavaleiro trovador dedicado à amada. Já vi esse filme, belo dia ele acorda achando que fez cagada, se enche de cachaça coragem. Ela acha que ele é o irmão que nunca teve. Ele diz que ela é a mulher da vida dele, toma um saicu do tamanho do planeta e aprende se fodendo com o erro.

Well, well, e quando se busca a coragem em meios alternativos "marijuana, ecstasy and alcohol" quando simplesmente exageramos na dosagem dos alteradores de seriedade e perdemos a noção da tênue separação entre alegria e avacalhação. E lá vamos nós trupicando sem cair. Diz-endo que e-le é a... mulher da-a nossa... nossavida! Ela olha com aquela cara de QUÊ? fala que nunca soube disso, que achava que nós já tínhamos esquecido disso, que pra ela, éramos apenas irmãos. Mas a gente não escut-ou naaaadadisso! porque... Aí a gente fica tentando dar beijinho, sorrindo feito retardado. E no outro dia, Ressaca. Dor de cabeça. E uma mensagem, "precisamos conversar". E aí, vem toda uma chatice e o pior domingo da sua vida começa a acontecer.

(Esqueça isso de muita areia pro seu caminhão. ela não é areia e seu sobrenome não é Scania. Ação!)

Então, se você, Joãozinho, está interessado numa
Mariazinha, vá logo, senão chega o Ricardão. e aí...

domingo, 15 de agosto de 2010

Dia do Solteiro


We're not that much different

"Edu diz:
* tu n eh o indomável? hj eh dia do solteiro, kd o texto?"
¬¬


Dia do solteiro e a mídia no geral tá falando em como não estar solteiro nessa data, mas minha proposta é distinta...

Senhores, o testosterona falou a respeito de tal dia, e, serão nas primeiras palavras do saudoso Jack "penso, logo sou solteiro" em que embasarei meu texto. Já estudei a respeito de interações sociais e sedução, linguagem corporal, cheguei inclusive a apresentar palestras na web a respeito de sedução e a desenvolver teorias a respeito dessa 'arte' depois de amadurecer, percebi que nada que eu estudava me servia, que no fim era apenas agir como eu mesmo, tomar minhas atitudes que tudo daria certo, a grande jogada é ser autêntico. Não fingir nada, só isso. Existem fóruns que tentam ensinar como ter atitude, mas no fim eles apenas bloqueiam uma atitude própria, e, em minha reles opinião, gerarão rapazes misógenos e frustrados, por terem uma vida de conquistas sexuais, mas que apesar de tudo, não terão tido autênticidade nessa formação. No fim, nem pra eles se gabarem vai servir. E outra, quando se sabe tudo, não se existe surpresa, não existe friozinho na barriga, a coisa perde a graça.

Eu sou solteiro, não por ser indomável, não por querer curtir, não por achar que não existem mulheres com qualidades que me façam dizer "com essa eu casava" Nada disso, sou solteiro por ter tranquilidade. Mais uma vez eu vou comentar isso, por não estar desesperado para encontrar alguém, ou desesperado por não estar ou estar se envolvendo com alguém e não saber se vai dar certo, ou por qualquer outra coisa que faça alguém se desesperar sem motivo. Sou solteiro por não gerar expectativas, por apenas ver no que dá, é muito melhor assim, quando dá certo, sempre é mais surpreendente, emocionalmente é comprovado que quando o envolvimento é paulatino é mais gostoso, o sentimento dura mais, e as chances de dar merda errado são muito menores. Tranquilidade, galera, tranquilidade.

O DocesouTravessuras publicou esse texto que eu realmente adorei, e concordo totalmente com muita coisa daí, mas lembrem, extremismo, extremismo.

Boa noite

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

E o amor platônico?

Esse foi um dos melhores temas que já me foram sugeridos, e um dos que mais me exigiu.
Pensem um pouco, algum dia vocês já caíram de amores por alguém e não foram correspondidos, não é verdade? E se foderam alimentaram esperanças de que um dia surgiriam iluminados e chamariam a atenção do companheiro e todo esse sentimento nobre seria correspondido instantâneamente e seus planos de formar a família perfeita, e de serem felizes para sempre aconteceriam como num passe de mágica, certo?



A respeito disso, acredito que o chamado amor platônico seja uma etapa fundamental no amadurecimento sentimental. Um degrau que traz a falada coragem pra chegar atitude e o preparo para evitar eventuais desilusões e sofrimentos. É positivo, fundamental e confirma a nossa natureza romântica.

O lado nocivo disso tudo é quando permanecemos alimentando esse sentimento e perdemos a noção do externo, e lá tá o nosso verdadeiro amor, uma pessoa com quem realmente nos daríamos bem e cresceríamos e amadurecíamos.

O amor platônico é fundamental para o amadurecimento, mas, é a falta desse amadurecimento sentimental que o torna nocivo e realmente capaz de resultar numa decepção de grande escala. Acho que tem-se que ter a noção do simples deixar rolar, se não foi agora, e se for pra acontecer, vai acontecer, não deixar de correr atrás, mas ter paciência.

Rafael Andrade

Reabri os comentários do blog e vou explicar porque os fechei. O MAP hoje ainda é um hobby que começou com no máximo 5 visitas semanais de amigos e familiares comigo sem saber escrever direito com um doce ar de brincadeira. Ainda acho que eu não tenho noção da proporção que meus posts tomaram. Tirei os comentários com o intuito de deixá-lo menor à força. Cortar as suas asas e voltar àquele começo de 5 visitas semanais no qual eu me metia a imitar o Pompeu e dava minha opinião perdida sobre a política nacional. Também porque passei pelas mãos dos chamados web trolls



E ouvir a cada post que o blog já foi melhor que eu perdi a criatividade que eu não me dedicava mais a ele, e ter gente me xingando e xingando o MAP apenas pela graça de fazê-lo tava me dando nos nervos. Cortei tudo isso, perdi os benefícios financeiros daqui e caí no ranking do TopBlog. Não me senti mal por isso, prefiro assim, isso é um hobby. Meu trabalho é o Direito. E eu não vou deixar que escrever deixe de ser meu hobby e passe a ser uma obrigação. Esse texto do Contraditorium explica bem a situação.

Os comentários foram reabertos e eu não os fecharei novamente. Bom proveito.