Essa semana terminou, teve o fim, chegamos ao epílogo, talvez fisicamente da história mais maravilhosa da qual eu fiz parte. Foram 14 anos, no tempo total, cerca de 4000 páginas, oito filmes. E a história amadureceu e acabou, belamente.
Eu não lia Harry Potter, assisti os filmes um bem depois do outro, não me seduzia. Não sei porque, francamente. Mas ainda que tarde, eu li os sete livros, assisti os oito filmes achando maravilhosos e percebi algumas coisas, além do encantamento que eu vou levar por toda a minha vida do gosto que eu terei de ver as edições renovadas lá na frente. E mais ainda, na alegria que vou ter de presentear meus filhos com elas. Para que eles vivam o que eu vivi.
Além disso tudo, de tudo que eu imaginei, absorto nas leituras eu observei a evolução dos livros, coisa inclusive que foi causa de críticas à J. K. Rowling. Pela forma simplista que os livros eram escritos, enfim, Numa análise minuciosa, da Pedra Filosofal até Relíquias da Morte, a leitura evolui de acordo com os leitores, essa geração que conviveu com Harry Potter, que cresceu com ele, Rony e Hermione teve os livros escritos para que fossem capacitados a lerem sozinhos, a imaginar sozinhos e para que pudessem se preparar para a vida.
Didaticamente, essa é minha consideração final (além dos agradecimentos). Harry Potter e a Pedra Filosofal foi o primeiro livro de muitas crianças e teve sua característica de conto infantil, inclusive com a figura de um ser ex-machina, algo incomum: a magia. Foi o livro que ensinou muitos a alegria da leitura, que mostrou a muitos a alegria de imaginar, tudo isso pela primeira vez. Didaticamente, J. K. Rowling e seu garoto franzino, cabelo bagunçado, óculos redondo e cicatriz em forma de raio na testa. O menino que sobreviveu. Merecem nosso agradecimento, por terem nos encantado, por terem crescido conosco, por serem nossos amigos, por terem sofrido conosco, se alegrado conosco, por terem participado do torneio de quadribol, terem ganho a copa das casas, participado do torneio tribruxo e derrotado o segregado, sofrido e revoltado Tom Riddle. Mas merecem também nosso agradecimento e o de nossos pais, pois nos fizeram gostar de ler, nos prepararam para a vida, novos livros novas situações acadêmicas, contribuiram emocional e mentalmente com nossa formação. Ficam minha emoção, minhas lágrimas, meus sorrisos e meu profundo muito obrigado.
Eu quero, depois de agradecer à autora, agradecer à minha namorada, que me fez ler e gostar dos livros, e hoje eu gosto mais que ela. enfim...
http://www.youtube.com/watch?v=1vDjOv_B4Gk
domingo, 17 de julho de 2011
Kit Gay - a homofobia hoje
Um dia desses eu descobri que sou qualificadíssimo para qualquer dia ser processado por homofobia. Até hoje eu tou rindo disso. Nunca faltei com o respeito a ninguém homossexual, heterossexual, alto, baixo, mediano, magro, gordo, atleta, branco, negro, asiático, albino, esquimó ou marciano. Discordei da vontade deles de dominar meu mundo. Achei que o gordo devia comer certo e se exercitar e dei conselhes ao magro nos treinos. Mas nunca faltei com o respeito. Eu discordo totalmente da ideologia GLS, acho essa liberalidade uma promiscuidade, no entanto concordo com a qualificação de tal relacionamento se duradouro como união estável, isso é mais do que direito. Agora, não acho normal e considero errado.
Discordo da inclusão de determinados grupos principalmente deles nos núcleos considerados socialmente vulneráveis. Me preocupo com as oportunidades. me preocupo com o preconceito que até hoje o negro sofre, com o bullying que o gordinho sofre em todos os ambientes. Mas com algo que é uma escolha? "Mas, Rafael, é psicológico..." Nesse caso, é que não precisa ser considerado grupo socialmente vulnerável mesmo. É tudo uma questão de oportunidade e respeito
Deixando claro que minha intenção nesse texto não é desrespeitar os homossexuais e sim criticar e tentar desconstruir a atenção elevada que tem se dado a isso, a ponto de ter sido criada a cartilha do kit gay. E disso ter gerado desconforto nos homossexuais. Pois é, um senhor que trabalha com minha mãe, gay, em união estável a não-sei-quantos anos considerou a cartilha um absurdo, totalmente desnecessária, gasto elevado e sem cabimento de dinheiro público. Outro, um rapaz, pouco mais velho que eu que trabalha com moda, que muitos de meus leitores vão saber quem é. Disse que educação se aprende no berço, ninguém precisa de cartilha pra respeitar o outro não.
Toda escolha resulta em consequências, boas e ruins. Conviva com elas.
Homossexual não é coitadinho tem todos os direitos e capacidades como qualquer um heterossexual, alto, baixo, mediano, magro, gordo, atleta, branco, negro, asiático, albino, esquimó ou marciano.
Se eu quiser discordar disso eu vou discordar, se eu quiser dizer a meus filhos que ser homossexual é errado eu vou dizer. E tenho condições de dizer a eles que preconceito é errado sem precisar desdizer nada disso (muito menos de kit gay da escola).
Ora porra.
Discordo da inclusão de determinados grupos principalmente deles nos núcleos considerados socialmente vulneráveis. Me preocupo com as oportunidades. me preocupo com o preconceito que até hoje o negro sofre, com o bullying que o gordinho sofre em todos os ambientes. Mas com algo que é uma escolha? "Mas, Rafael, é psicológico..." Nesse caso, é que não precisa ser considerado grupo socialmente vulnerável mesmo. É tudo uma questão de oportunidade e respeito
Deixando claro que minha intenção nesse texto não é desrespeitar os homossexuais e sim criticar e tentar desconstruir a atenção elevada que tem se dado a isso, a ponto de ter sido criada a cartilha do kit gay. E disso ter gerado desconforto nos homossexuais. Pois é, um senhor que trabalha com minha mãe, gay, em união estável a não-sei-quantos anos considerou a cartilha um absurdo, totalmente desnecessária, gasto elevado e sem cabimento de dinheiro público. Outro, um rapaz, pouco mais velho que eu que trabalha com moda, que muitos de meus leitores vão saber quem é. Disse que educação se aprende no berço, ninguém precisa de cartilha pra respeitar o outro não.
Toda escolha resulta em consequências, boas e ruins. Conviva com elas.
Homossexual não é coitadinho tem todos os direitos e capacidades como qualquer um heterossexual, alto, baixo, mediano, magro, gordo, atleta, branco, negro, asiático, albino, esquimó ou marciano.
Se eu quiser discordar disso eu vou discordar, se eu quiser dizer a meus filhos que ser homossexual é errado eu vou dizer. E tenho condições de dizer a eles que preconceito é errado sem precisar desdizer nada disso (muito menos de kit gay da escola).
Ora porra.
Eu tava conversando com meus pais, no almoço hoje, coisa de família, até minha irmã comentar do acidente ocorrido aqui em João Pessoa, na madrugada de ontem. Que comoveu tanto... Mas vamos e convenhamos, acidentes assim acontecem todos os dias, todas as horas, talvez a repercussão dada tenha sido tanta devido à velocidade em que vinha o carro do rapaz que bateu, ou mesmo devido à pouca idade das vítimas. 17 anos, o começo de um curso universitário, uma vida inteira pela frente. Mas sim, acidentes assim acontecem toda hora, no mundo todo.
Geralmente quando se farra, festeja, comemora, ou como hoje se diz, bebemora apenas olha-se para o próprio umbigo, a euforia muitas vezes nos faz esquecer de nossa família e amigos e esquecemos de tomar um leve cuidado e de ter uma mínima prudência. Esquecemos, meus leitores, que acidentes assim acontecem, que sim, somos seres vivos e morremos.
Baco na Grécia, Dionísio em Roma, Álcool hoje continuam recebendo uma atenção desnecessária e sendo parte fundamental em nossas festas e continuam diferenciando meninos de homens.
Não, eu não bebo quando estou dirigindo. Sim, pago 20, 30 reais em doses de whisky para apreciar a bebida. Aprecio boas cervejas e sim, já me embriaguei, com meus amigos, numa situação em que eu não oferecia risco a ninguém, nem a mim.
Esse texto é um apelo simples pela minha segurança, da minha namorada, da minha família, dos meus amigos, dos meus leitores, enfim. Álcool e direção não combinam. Se você precisa beber pra ter coragem e chegar numa menina, se mate ela não vai ficar com você a não ser que seja tão inútil como você (falo sério), Whisky não se mistura, e comprovado cientificamente, Redbull além de matar tem o mesmo efeito se for apenas bochechado.
Às famílias das vítimas, e ao rapaz que bateu no carro, meus pêsames.
Ora porra.
Geralmente quando se farra, festeja, comemora, ou como hoje se diz, bebemora apenas olha-se para o próprio umbigo, a euforia muitas vezes nos faz esquecer de nossa família e amigos e esquecemos de tomar um leve cuidado e de ter uma mínima prudência. Esquecemos, meus leitores, que acidentes assim acontecem, que sim, somos seres vivos e morremos.
Baco na Grécia, Dionísio em Roma, Álcool hoje continuam recebendo uma atenção desnecessária e sendo parte fundamental em nossas festas e continuam diferenciando meninos de homens.
Não, eu não bebo quando estou dirigindo. Sim, pago 20, 30 reais em doses de whisky para apreciar a bebida. Aprecio boas cervejas e sim, já me embriaguei, com meus amigos, numa situação em que eu não oferecia risco a ninguém, nem a mim.
Esse texto é um apelo simples pela minha segurança, da minha namorada, da minha família, dos meus amigos, dos meus leitores, enfim. Álcool e direção não combinam. Se você precisa beber pra ter coragem e chegar numa menina, se mate ela não vai ficar com você a não ser que seja tão inútil como você (falo sério), Whisky não se mistura, e comprovado cientificamente, Redbull além de matar tem o mesmo efeito se for apenas bochechado.
Às famílias das vítimas, e ao rapaz que bateu no carro, meus pêsames.
Ora porra.
Assinar:
Postagens (Atom)