Antes de qualquer coisa, sinceras desculpas, mudei o blog, enfeitei demais, vai voltar a ser como antes. Ainda continuo gostando de sedução/relacionamentos, tou com um blog novo pra falar sobre isso. Hoje, vou só desabafar, perdoem-me.
Rafael Andrade.
Meu 21 de abril começou como um dia comum. Não ia perder meu ritmo por um dia sem compromissos no meio da semana. Sairia, duas vezes ao dia, mas nada demais. Um cinema e assistiria ao jogo do Flamengo na casa de um amigo, me arrumei para ir ao cinema. Se classificar como ubersexual e ser desejado pelas anôniminhas do formspring aumentou minha auto-estima consideravelmente. Graças a Deus, não o bastante para que eu perca a humildade. Chego ao manaíra às 15:50, com a doce esperança infantil de encontrar uma vaga em 10 minutos (Sempre pensndo em você) passei, indignado, meia hora a rodar, literalmente, numa procissão ao som de Red Hot, para encontrar uma vaga naquele estacionamento, tendo inclusive perdido o começo do filme. Quando me aproximo do elevador, meu celular toca e recebo a notícia da queda de minha mãe, e do chamado de urgência. Corri de volta ao carro, e como fosse um piloto de fugas. Paguei meu estacionamento. Tirei cones do lugar. Pedi desculpas ao segurança e saí cantando os pneus. Ora, chegar em casa e ver minha mãe com o pé e a canela em L não foi nada legal, mas mantive a calma e saí rumo ao hospital.
Daí a estar sozinho, abraçado com ela, completamente comovido foi só o tempo de entrar na emergência. Saber do Raio X e ter um pouco de paz. Uma noite sem dormir, num misto de estresse e insônia e um dedinho de felicidade.
Esse dedinho de felicidade veio através da Tv. O Multishow passava um documentário sobre a Indonésia pós-tsunami. Vi um povo simples, hospitaleiro, e feliz. Com vontade de vencer as dificuldades e de reerguer um país não só destruído, mas com uma geografia totalmente alterada. E minha ansiedade pra Julho só aumenta.
Vi hoje algo sobre as palavras do Ex prefeito da capital Ricardo Coutinho sobre o Hospital de Cajazeiras. A imprensa daqui sempre muito organizada, me deixou pior dom que se estivesse desinformado, vou me inteirar e também comentarei sobre minha opinião pra essas eleições.
"Ano de Eleição é igual desembarque em aeroporto, a gente fica na frente da esteira e só passa mala..."
Jessiêr Quirino.
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