Depois de algum tempo de estudo sobre as relações sociais, enfatizando as tais zonas de conforto que eu falo tanto e a sedução em si. Vou falar mais um pouquinho da minha saída de zona de conforto atual.
O que é uma zona de conforto. Um ambiente subjetivo de atividades prazerosas que trazem segurança. Aquilo que se faz sempre, se sente bem fazendo. E não incita a mudança ou mesmo a renovação. Sair a noite para os mesmos lugares.
Um exemplo de saída da zona de conforto é ir a um lugar diferente hoje, e nesse local abordar estranhos, ver qual é a do pessoal que frequenta ali. Existem exercícios que trabalham isso, trata-se de estabelecer metas. Pois quando se quebra a barreira de uma zona de conforto, essa zona de conforto aumenta, e mais facilmente se lida com situações adversas.
Tou tentando escrever isso aqui como uma reportagem. Vocês vão dizer se deu certo ou não. Partindo da premissa que a reportagem conta como algo se tornou, digamos... histórico. Vou partir dessa história de Man Trasformation e falar da Dilma (é, o 'man' aí foi de propósito).
A man tranformation basicamente é isso. Por meio de comportamentos distintos acaba-se criando, desenvolvendo adaptações a novas situações e surpresas não mais serão inesperadas e desorganizantes, mas sim, sempre bem vindas, se tornarão fáceis de lidar. Além do que, após alguns exercícios, o jogo se tornará mais fácil. A sedução e a abordagem serão mais naturais.
Mas, vamos à nossa amiga Dilma. Acredito que vocês já tenham visto a propaganda eleitoral à qual nos foi proposta. e Dilma passa por uma mudança geral. Hábitos, vestes, passou a sorrir, a agir de maneira pública. Ela tá tentando agradar. Depois dos Booms de popularidade de Lula, um sucessor "a altura", para o povo, vai ser difícil de escolher. E a equipe de superpublicitários contratada pautou a campanha nessas premissas, a Dilma tá fazendo uma man tranformation, pra ser como o Lula atual. O Lula que também passou por uma man tranformation, de camisas desbotadas abotoadas na barriga e uma barba descgrenhada, a ternos Ricardo Almeida.
Sou receoso quanto ao PT, sempre fui, não gosto da Dilma, vou com a cara do Lula, votaria na Marina. Meu voto atual ainda é indefinido.
Sem mais.
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